
O Relati ajuda médicos e clínicas a coletar relatos, organizar autorizações de imagem e publicar depoimentos com mais clareza, privacidade e rastreabilidade.
*Relati não é prontuário e não solicita diagnósticos ou exames.
Privacidade Ativa
Adequado ao CFM
A Resolução CFM 2.336/2023 reclassificou o uso de depoimento de paciente em comunicação médica. A LGPD enquadrou dado de saúde como categoria especial (Art. 11). A jurisprudência sobre publicidade médica enganosa avançou. E enquanto isso, 9 em cada 10 clínicas seguem coletando depoimentos por print de WhatsApp, sem registro de finalidade, sem trilha de consentimento, sem verificabilidade.
Isso não é descuido. É um problema técnico-jurídico que o mercado ainda não tinha ferramenta para resolver.
O Relati nasceu dentro do Direito, não do marketing. Cada decisão de produto responde a uma pergunta concreta: se essa clínica for chamada pela ANPD amanhã, o que ela apresenta?
Depoimento sem contexto técnico e autorização rastreável pode gerar processo ético no Conselho — com advertência, suspensão ou cassação do médico responsável.
Dado de saúde é categoria especial. Uso indevido pode gerar multa de até 2% do faturamento — limitada a R$ 50 milhões — além de ação indenizatória.
Paciente que percebe uso indevido do próprio relato vira reclamação em redes, processo civil, ou ambos. E o estrago não se desfaz com pedido de desculpas.

Baixe gratuitamente a obra "Governança de Dados, Consentimento Auditável e Integridade Probatória na Publicidade Médica" — 74 páginas estruturadas em seis partes, com fundamentação jurídica completa, arquitetura técnica de prova e quatro anexos práticos. É o material que sustenta toda a tese do Relati.
Dentro da obra:
O futuro da publicidade médica não será definido apenas por quem comunica melhor, mas por quem consegue demonstrar melhor que sabe quando comunicar, quando não comunicar e, quando a comunicação for admissível, fazê-lo com ética, consentimento, integridade e respeito à autonomia do paciente.
— Dr. Júlio Cesar Garcia, Governança de Dados, Consentimento Auditável e Integridade Probatória na Publicidade Médica, 2026
Cada relato chega por link único, com finalidade declarada. Fim do WhatsApp solto.
Instagram, aula, congresso, estudo. Cada uso tem registro próprio. Revogável a qualquer momento pelo paciente.
Versão do texto, IP, timestamp, eventos. Tudo em uma página exportável para auditoria interna ou resposta à ANPD.
Cada depoimento publicado recebe código único que valida autenticidade sem expor dado pessoal.
Quatro agentes especializados analisam cada relato antes de virar tarefa da sua equipe: um sinaliza riscos jurídicos (CFM e LGPD), outro classifica como SAC, outro identifica trechos publicáveis, outro confirma se o protocolo de coleta foi seguido. Você abre o dia com a fila já organizada.
Advogado · Pesquisador · Professor · Fundador do Relati

Atuo há quinze anos na interseção entre Direito, tecnologia e regulação. Em clínicas, hospitais e consultórios, sempre observei o mesmo padrão: profissionais sérios coletando depoimentos de pacientes por print de WhatsApp, sem perceber a fragilidade probatória desse método diante do risco regulatório.
Construí o Relati porque o mercado oferecia ferramentas de marketing ou de prontuário, mas faltava infraestrutura jurídica de governança de prova. O produto é desenhado a partir da pesquisa acadêmica e da prática consultiva — não de uma engenharia que consultou advogados depois.
Acompanho pessoalmente cada cliente parceiro. O que está em jogo, em saúde, exige interlocução jurídica direta, não pitch comercial.
Os 10 primeiros parceiros fundadores do Relati recebem condições que não se repetirão:
Vagas restantes: 7 de 10
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